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sábado, 20 de outubro de 2018

Investigação sobre influenciadores digitais do PT está sob sigilo

O inquérito aberto pelo Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) sobre a atuação de influenciadores digitais está sob sigilo. A informação foi dada pelo MP-MG ao site O Antagonista. A investigação apura irregularidades na atuação de influenciadores digitais que teriam recebido dinheiro de uma agência ligada ao PT para divulgarem notícias favoráveis ao partido, sem identificarem o conteúdo como patrocinado.

A ação foi denunciada pela influenciadora digital Paula Holanda. Ela disse em seu Twitter que foi procurada por uma representante de uma agência de marketing digital, a Lajoy. Paula publicou suposto briefing em que uma pessoa chamada Isabella Bomtempo, da agência, convidou-a para participar de ação “de militância política para a esquerda” e não de cunho partidário. No trecho divulgado por Paula não havia menção a pagamentos. Ela aceitou participar.

“A primeira pauta foi sobre a Gleisi Hoffmann. Acompanhei o caso dela e ele ilustra bem a perseguição partidária, bem como a prisão do Lula, que foi, sim, de cunho político. Me pareceu uma pauta muito justa, então eu fiz o tuíte sem resistência.”

Em outro tuíte, ela disse: “A segunda pauta foi sobre o Luiz Marinho. Parte da minha família mora em São Paulo, então a agenda paulista me interessa”. Mas, na terceira vez, Paula desconfiou que o cliente seria o partido e a ação seria dissimulada e se recusou. “Minha desconfiança explodiu hoje, na terceira pauta, sobre o governador petista do Piauí, Wellington Dias.”

A partir da denúncia, postagens de outros influenciadores digitais foram expostas nas redes – vários deles com comentários elogiosos a Dias. Imediatamente, as postagens se transformaram em motivo de piada – principalmente pelo fato de muitos deles nunca terem visitado o Piauí. Um influenciador digital, que pediu para não se identificar, recebeu uma mensagem parecida com a de Paula. Mas, neste caso, a agência deixava claro que a ação era pró-PT e haveria pagamento de “R$ 1.500 por mês por entrega de um conteúdo por dia”. A campanha de Dias negou ser responsável pela ação.

Fonte: ISTOÉ

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